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30 de março de 2015

Domingo de Ramos - Salvador

Mais de 50 mil pessoas, de todas as idades, participaram da Missa de Ramos que antecedeu a procissão e foi presidida pelo arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, dom Murilo Krieger.
A movimentação já era intensa antes da caminhada durante a distribuição dos ramos. A comemoração, que marca o início da Semana Santa, foi realizada a partir das 8h30, do Campo Grande. O cortejo seguiu até a Praça Castro Alves.
De acordo com o cordenador de evento da Arquidiocese, padre Valter Rui, cerca de 20 mil pessoas participaram, efetivamente, da caminhada. Entre os devotos, a baiana Valdeci Magalhães, 90 anos. Ela afirmou que a "fé tem o poder de não permitir o cansaço".






Show de Padre Fabio na comemoração dos 466 anos de Salvador

No dia em que completa 466 anos de história, neste 29 de março, data que coincidiu com o início da Semana Santa, Salvador ganhou de presente mensagens de fé e positividade. Foi a homenagem do padre Fábio de Melo, que reuniu cerca de 10 mil pessoas - segunda estimativas da prefeitura - na Praça Castro Alves, no Centro da cidade, em show aberto que encerrou os oito dias de programação do "Festival da Cidade 2015". 

"Pra mim, um momento muito especial. Trago no meu coração o desejo muito grande de poder festejar com esse povo que é naturalmente religioso. Todas as vezes que comemoramos aniversário, a gente recorda valores importantes para o bem comum, como a cidadania, que é naturalmente um princípio cristão".
Durante a apresentação, o padre aproveitou os olhares atentos do público para pregar a paz e o amor. "Quando deixamos de amar, deixamos de viver. Além disso, a falta de amor próprio e para com os outros é o que motiva as coisas más. O ódio não faz feliz nenhuma pessoa. Por isso, no anivesrário de Salvador, a gente pede amor", destacou.




23 de março de 2015

Vida Consagrada - Profissão Perpétua


 Profissão Perpétua


Neste ano da Vida Consagrada a nossa Congregação viveu   momentos intensos e de muita alegria com a Profissão Perpétua  das Irmãs Patrícia e Eliene, que com a alegria explosiva da própria vocação elas disseram "sim" ao projeto de Deus, consagrando as suas vidas definitivamente ao Senhor.
A Celebração aconteceu no dia 08 de fevereiro na Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, em Boa Viagem - Ceará.



















Alegria de Pertencer a Cristo

"E POR ELES ME SANTIFICO A MIM MESMO PARA QUE ELES TAMBÉM SEJAM SANTIFICADOS NA VERDADE".
- Jo 17,19 -

Foi neste desejo de continuar buscando alcançar a minha santidade pessoal para assim colaborar na santificação dos sacerdotes que assumi definitivamente por meio dos votos perpétuos a minha consagração ao Senhor no dia 08 de fevereiro; foi um momento maravilhoso e único, de grande fé e de grande alegria, um momento onde pude dizer ao Senhor: Meu Amado tu és para mim e eu sou para ti, encontrei aquele que meu coração ama, segurei-o e não o largarei. Gostaria de agradecer e pedir ao Senhor a graça de viver cada dia  a alegria explosiva da minha vocação assim como dizia o nosso amado e querido padre fundador o servo de Deus Padre Giovanni Ciresola. Assim como a Virgem Santíssima posso dizer que o senhor fez e continua fazendo em mim maravilhas!! Obrigada Senhor pelo dom da vida e da vocação!!! Obrigada Senhor, porque  mesmo sendo pequena, pobre e fraca Tu me roubaste o coração.
 Com muita alegria dirijo a você jovem que está buscando descobrir qual o progeto de Deus na sua vida, a você jovem que ainda não se despertou para a vida, a você que ainda não teve seu encontro pessoal com Cristo, seguir a Cristo é um desafio grande? é, mais vale a pena, pois Cristo como dizia o papa Bento VXI não nos tira nada ao contrário nos dá tudo... Permita que Cristo entre em sua vida, que Ele te ame, pois o amor tudo transforma. Seja ousado, tenha a coragem de remar contra a corrente para assim abraçar com determinação o maravilhoso projeto que Cristo quer realizar na tua vida! Ele conta contigo! Ele espera a tua resposta. É necessário ter  a coragem de perguntar Mestre onde moras? e sobre tudo a coragem de ir ver e permanecer com Ele.
                                                    Irmã Patrícia
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  Alegria do sim 

“Pela alegria do encontro com o Senhor e da sua chamada, nasce o serviço na Igreja, à missão: levar aos homens e ás mulheres do nosso tempo a consolação de Deus, testemunhar a sua misericórdia”.
 (Papa Francisco).

No empenho do serviço diário, acender a luz na escuridão de muitas vidas faz parte da missão de quem se compromete. Foi nesta aliança de entrega, confiando no Senhor que sustenta o nosso caminhar, que entreguei-lhe tudo o que sou, através da minha Consagração definitiva. 

Seguir Jesus Cristo, doar a vida a Ele, a serviço do reino, produz em cada um de nós uma profunda alegria.

Sinto-me feliz e agradecida pela misericórdia e escolha de Deus em minha vida, sou grata ao bom Deus por ter me chamado dando-me a graça da consagração.
Agradeço a minha família Religiosa por ter me acolhido como filha, por ajudar-me a realizar o projeto de Deus em minha vida.
Assim, só posso desejar que Deus continue abençoando esta opção para o qual me chamou e que eu possa ser fiel em todos os momentos.

Irmã Eliene

15 de março de 2015

Festa de São José

Festa em honra a São José
São José foi pai verdadeiro de Jesus, não pela carne, mas pelo coração; protegeu o Menino das mãos assassinas de Herodes o Grande, e ensinou-lhe o caminho do trabalho. O Senhor não se envergonhou de ser chamado “filho do carpinteiro”. Naquela rude carpintaria de Nazaré Ele trabalhou até iniciar Sua vida pública, mostrando-nos que o trabalho é redentor.                                                                                                Celebrar a festa de São José é lembrar que a família e fundamental para a sociedade e que não pode ser destruída pelas falsas noções de  família, “caricaturas de família”, que nada têm a ver com o que Deus quer. É lutar para resgatar a família segundo a vontade e o coração de Deus.                                                    Celebrar a festa de São José é celebrar a santidade, a espiritualidade, o silêncio profundo e fértil. O pai adotivo de Jesus entrou mudo e saiu calado, mas nos deixou o Salvador pronto para começar a Sua missão. É como alguém destacou: “O servo que faz muito sem dizer nada; o especial agente secreto de Deus”. Ele é o mestre da oração e da contemplação, da obediência e da fé. Com ele aprendemos a amar a Deus e ao próximo.
Segue a programação do tríduo e festa, que será realizado na Casa de Formação da nossa Congregação, localizada no Bairro de Brotas - Salvador - BA - Paróquia Nossa Senhora de Brotas.  
  * Dia 16 de março as  19h
Celebrante: Diácono Daniel
Tema: São José fiel servidor de Cristo ensina-nos a servir com esperança                                       Rezar pelos trabalhadores e desempregados
* Dia 17 de março as 19h 
Celebrante: Marquinhos e grupo de Jovem                                                                                    Tema: São José protetor da santa Igreja ensina-nos a servir com fé                                                   Rezar pelo Santo Padre o Papa os Bispos o Clero os Consagrados e todos os Jovens
 * Dia: 18 de março as 19h
Celebrante: Diácono Heldo                                                                                                              Tema: São José chefe da Sagrada Família ensina-nos a servir com caridade                                          Rezar pela a sociedade e a paz nas famílias
Dia 19 de março as 17h                                                                                                                            Missa solene presidida por: Mons. Jose Edmílson

16 de dezembro de 2014

Comemoração dos 5 anos - Centro Lar Mariano

O Centro Lar Mariano está em festa: 5 anos de suas atividades!
Tivemos a Celebração Eucarística com a participação da comunidade, amigos e convidados. Todos ficaram encantado com a apresentação da Fanfarra!











Distrito de humildes ganha Bandeira e Hino...

Presença da fanfarra do Lar Mariano no Distrito de Humildes – Feira de Santana – Bahia  que marcou a primeira apresentação oficial de seu hino e bandeira, durante desfile.










18 de abril de 2014

Ungidos com o óleo da alegria

SANTA MISSA CRISMAL
HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
Basílica Vaticana
Quinta-feira, 17 de Abril de 2014
Ungidos com o óleo da alegria

Amados irmãos no sacerdócio! No Hoje da Quinta-feira Santa, em que Cristo levou o seu amor por nós até ao extremo (cf. Jo 13, 1), comemoramos o dia feliz da instituição do sacerdócio e o da nossa ordenação sacerdotal. O Senhor ungiu-nos em Cristo com óleo da alegria, e esta unção convida-nos a acolher e cuidar deste grande dom: a alegria, o júbilo sacerdotal. A alegria do sacerdote é um bem precioso tanto para si mesmo como para todo o povo fiel de Deus: do meio deste povo fiel é chamado o sacerdote para ser ungido e ao mesmo povo é enviado para ungir.
Ungidos com óleo de alegria para ungir com óleo de alegria. A alegria sacerdotal tem a sua fonte no Amor do Pai, e o Senhor deseja que a alegria deste amor «esteja em nós» e «seja completa» (Jo 15, 11). Gosto de pensar na alegria contemplando Nossa Senhora: Maria é «Mãe do Evangelho vivente, manancial de alegria para os pequeninos» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 288), e creio não exagerar se dissermos que o sacerdote é uma pessoa muito pequena: a grandeza incomensurável do dom que nos é dado para o ministério relega-nos entre os menores dos homens. O sacerdote é o mais pobre dos homens, se Jesus não o enriquece com a sua pobreza; é o servo mais inútil, se Jesus não o trata como amigo; é o mais louco dos homens, se Jesus não o instrui pacientemente como fez com Pedro; o mais indefeso dos cristãos, se o Bom Pastor não o fortifica no meio do rebanho. Não há ninguém menor que um sacerdote deixado meramente às suas forças; por isso, a nossa oração de defesa contra toda a cilada do Maligno é a oração da nossa Mãe: sou sacerdote, porque Ele olhou com bondade para a minha pequenez (cf. Lc 1, 48). E, a partir desta pequenez, recebemos a nossa alegria. Alegria na nossa pequenez!
Na nossa alegria sacerdotal, encontro três características significativas: uma alegria que nos unge (sem nos tornar untuosos, sumptuosos e presunçosos), uma alegria incorruptível e uma alegria missionária que irradia para todos e todos atrai a começar, inversamente, pelos mais distantes.
Uma alegria que nos unge. Quer dizer: penetrou no íntimo do nosso coração, configurou-o e fortificou-o sacramentalmente. Os sinais da liturgia da ordenação falam-nos do desejo materno que a Igreja tem de transmitir e comunicar tudo aquilo que o Senhor nos deu: a imposição das mãos, a unção com o santo Crisma, o revestir-se com os paramentos sagrados, a participação imediata na primeira Consagração... A graça enche-nos e derrama-se íntegra, abundante e plena em cada sacerdote. Ungidos até aos ossos... e a nossa alegria, que brota de dentro, é o eco desta unção.
Uma alegria incorruptível. A integridade do Dom – ninguém lhe pode tirar nem acrescentar nada – é fonte incessante de alegria: uma alegria incorruptível, a propósito da qual prometeu o Senhor que ninguém no-la poderá tirar (cf. Jo 16, 22). Pode ser adormentada ou sufocada pelo pecado ou pelas preocupações da vida, mas, no fundo, permanece intacta como o tição aceso dum cepo queimado sob as cinzas, e sempre se pode renovar. Permanece sempre actual a recomendação de Paulo a Timóteo: reaviva o fogo do dom de Deus, que está em ti pela imposição das minhas mãos (cf. 2 Tm 1, 6).
Uma alegria missionária. Sobre esta terceira característica, quero alongar-me mais convosco sublinhando-a de maneira especial: a alegria do sacerdote está intimamente relacionada com o povo fiel e santo de Deus, porque se trata de uma alegria eminentemente missionária. A unção ordena-se para ungir o povo fiel e santo de Deus: para baptizar e confirmar, para curar e consagrar, para abençoar, para consolar e evangelizar.
E, sendo uma alegria que flui apenas quando o pastor está no meio do seu rebanho (mesmo no silêncio da oração, o pastor que adora o Pai está no meio das suas ovelhas), é, por isso, uma «alegria guardada» por este mesmo rebanho. Mesmo nos momentos de tristeza, quando tudo parece entenebrecer-se e nos seduz a vertigem do isolamento, naqueles momentos apáticos e chatos que por vezes nos assaltam na vida sacerdotal (e pelos quais também eu passei), mesmo em tais momentos o povo de Deus é capaz de guardar a alegria, é capaz de proteger-te, abraçar-te, ajudar-te a abrir o coração e reencontrar uma alegria renovada.
«Alegria guardada» pelo rebanho e guardada também por três irmãs que a rodeiam, protegem e defendem: irmã pobreza, irmã fidelidade e irmã obediência.
A alegria do sacerdote é uma alegria que tem como irmã a pobreza. O sacerdote é pobre de alegrias meramente humanas: renunciou a tantas coisas! E, visto que é pobre – ele que tantas coisas dá aos outros –, a sua alegria deve pedi-la ao Senhor e ao povo fiel de Deus. Não deve buscá-la ele mesmo. Sabemos que o nosso povo é generosíssimo a agradecer aos sacerdotes os mínimos gestos de bênção e, de modo especial, os Sacramentos. Muitos, falando da crise de identidade sacerdotal, não têm em conta que a identidade pressupõe pertença. Não há identidade – e, consequentemente, alegria de viver – sem uma activa e empenhada pertença ao povo fiel de Deus (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 268). O sacerdote que pretende encontrar a identidade sacerdotal indagando introspectivamente na própria interioridade, talvez não encontre nada mais senão sinais que dizem «saída»: sai de ti mesmo, sai em busca de Deus na adoração, sai e dá ao teu povo aquilo que te foi confiado, e o teu povo terá o cuidado de fazer-te sentir e experimentar quem és, como te chamas, qual é a tua identidade e fazer-te-á rejubilar com aquele cem por um que o Senhor prometeu aos seus servos. Se não sais de ti mesmo, o óleo torna-se rançoso e a unção não pode ser fecunda. Sair de si mesmo requer despojar-se de si, comporta pobreza.
A alegria sacerdotal é uma alegria que tem como irmã a fidelidade. Não tanto no sentido de que seremos todos «imaculados» (quem dera que o fôssemos, com a graça de Deus!), dado que somos pecadores, como sobretudo no sentido de uma fidelidade sempre nova à única Esposa, a Igreja. Aqui está a chave da fecundidade. Os filhos espirituais que o Senhor dá a cada sacerdote, aqueles que baptizou, as famílias que abençoou e ajudou a caminhar, os doentes que apoia, os jovens com quem partilha a catequese e a formação, os pobres que socorre… todos eles são esta «Esposa» que o sacerdote se sente feliz em tratar como sua predilecta e única amada e ser-lhe fiel sem cessar. É a Igreja viva, com nome e apelido, da qual o sacerdote cuida na sua paróquia ou na missão que lhe foi confiada, é essa que lhe dá alegria quando lhe é fiel, quando faz tudo o que deve fazer e deixa tudo o que deve deixar contanto que permaneça no meio das ovelhas que o Senhor lhe confiou: «Apascenta as minhas ovelhas» (Jo 21, 16.17).
A alegria sacerdotal é uma alegria que tem como irmã a obediência. Obediência à Igreja na Hierarquia que nos dá, por assim dizer, não só o âmbito mais externo da obediência: a paróquia à qual sou enviado, as faculdades do ministério, aquele encargo particular... e ainda a união com Deus Pai, de Quem deriva toda a paternidade. Mas também a obediência à Igreja no serviço: disponibilidade e prontidão para servir a todos, sempre e da melhor maneira, à imagem de «Nossa Senhora da prontidão» (cf. Lc1, 39: meta spoudes), que acorre a servir sua prima e está atenta à cozinha de Caná, onde falta o vinho. A disponibilidade do sacerdote faz da Igreja a Casa das portas abertas, refúgio para os pecadores, lar para aqueles que vivem na rua, casa de cura para os doentes, acampamento para os jovens, sessão de catequese para as crianças da Primeira Comunhão... Onde o povo de Deus tem um desejo ou uma necessidade, aí está o sacerdote que sabe escutar (ob-audire) e pressente um mandato amoroso de Cristo que o envia a socorrer com misericórdia tal necessidade ou a apoiar aqueles bons desejos com caridade criativa.
Aquele que é chamado saiba que existe neste mundo uma alegria genuína e plena: a de ser tomado pelo povo que uma pessoa alguém ama até ao ponto de ser enviada a ele como dispensadora dos dons e das consolações de Jesus, o único Bom Pastor, que, cheio de profunda compaixão por todos os humildes e os excluídos desta terra, cansados e abatidos como ovelhas sem pastor, quis associar muitos sacerdotes ao seu ministério para, na pessoa deles, permanecer e agir Ele próprio em benefício do seu povo.
Nesta Quinta-feira santa, peço ao Senhor Jesus que faça descobrir a muitos jovens aquele ardor do coração que faz acender a alegria logo que alguém tem a feliz audácia de responder com prontidão à sua chamada.
Nesta Quinta-feira santa, peço ao Senhor Jesus que conserve o brilho jubiloso nos olhos dos recém-ordenados, que partem para «se dar a comer» pelo mundo, para consumar-se no meio do povo fiel de Deus, que exultam preparando a primeira homilia, a primeira Missa, o primeiro Baptismo, a primeira Confissão... é a alegria de poder pela primeira vez, como ungidos, partilhar – maravilhados – o tesouro do Evangelho e sentir que o povo fiel volta a ungir-te de outra maneira: com os seus pedidos, inclinando a cabeça para que tu os abençoes, apertando-te as mãos, apresentando-te aos seus filhos, intercedendo pelos seus doentes... Conserva, Senhor, nos teus sacerdotes jovens, a alegria de começar, de fazer cada coisa como nova, a alegria de consumar a vida por Ti.
Nesta Quinta-feira sacerdotal, peço ao Senhor Jesus que confirme a alegria sacerdotal daqueles que têm muitos anos de ministério. Aquela alegria que, sem desaparecer dos olhos, pousa sobre os ombros de quantos suportam o peso do ministério, aqueles sacerdotes que já tomaram o pulso ao trabalho, reúnem as suas forças e se rearmam: «tomam fôlego», como dizem os desportistas. Conserva, Senhor, a profundidade e a sábia maturidade da alegria dos sacerdotes adultos. Saibam orar como Neemias: a alegria do Senhor é a minha força  (cf. Ne 8, 10).
Enfim, nesta Quinta-feira sacerdotal, peço ao Senhor Jesus que brilhe a alegria dos sacerdotes idosos, sãos ou doentes. É a alegria da Cruz, que dimana da certeza de possuir um tesouro incorruptível num vaso de barro que se vai desfazendo. Saibam estar bem em qualquer lugar, sentindo na fugacidade do tempo o sabor do eterno (Guardini). Sintam, Senhor, a alegria de passar a chama, a alegria de ver crescer os filhos dos filhos e de saudar, sorrindo e com mansidão, as promessas, naquela esperança que não desilude.


25 de dezembro de 2013

Natal do Senhor

Celebremos com alegria o nascimento do menino que nasceu para mudar a nossa vida a nossa historia.
O nascimento de Jesus nos enche de alegria e cumula de bençãos nossa vida!!!
 

1 de setembro de 2013

Aniversario de Irmã Priscila

Aniversario de Pe. Erineudo

A Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem – Boa Viagem – CE, no dia 31 de Agosto alegrou-se comemorando o Aniversario do Paroco Pe. José Erineudo, as comemorações realizo-se na comunidade do Ipiranga com a presença das familias de todas as comunidades vizinhas, na ocasião ouve momentos de louvor encerrando com a Santa Missa e confraternização.
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